It's my world.
Crystiane Dias, 16. Morgana Dias, 19. Minas Gerais.
Crystiane Dias, 16. Morgana Dias, 19. Minas Gerais.

Eu não sei por quê, ou como, mas eu gosto de você. Simples assim. Sei disso. Sinto. Percebo. Percebo no modo como sorrio quando estou contigo, como anseio por te ver, como a batida do meu coração acelera quando aparece. E são nessas pequenas coisas que notamos os sentimentos - os grandes, verdadeiros e intensos sentimentos.

Parece que, de repente, você dominou meus pensamentos. Chegou se apossando. Simplesmente. E talvez nem mesmo você tenha percebido. Outras horas acho que isso tá tão óbvio, tão explícito. Como se estivesse escrito na minha testa que alguma coisa em você mexe comigo. Penso tanto, que penso até nisso: que será que achei em você? Foi o seu sorriso, seu jeito, foi tudo? Já não faço mais perguntas. Isso tudo é tão… irracional, no mínimo. Incerto. É isso aí. Aquele velho fetiche pela adrenalina das incertezas.

Se você confiou em Deus e andou pelo caminho Dele, Se O sentiu a guiar você todos os dias, mas agora seus passos o levam por outro caminho,
Comece de novo.
Se você fez planos que não deram certo, se você tentou dar o melhor de si e não há mais o que tentar, se você falhou consigo mesmo sem saber porquê,
Comece de novo.
Se você contou aos seus amigos o que planejava fazer, se você confiou neles e eles não o apoiaram, se agora você está sozinho, só podendo contar consigo mesmo,
Comece de novo.
Se você falhou com seus familiares, se agora você já não é tão importante para eles,
se eles perderam a confiança em você, se você se sente um estranho em seu próprio lar,
Comece de novo.
Se você orou a Deus, respeitando sempre a vontade Dele, se você orou e orou e ainda se sente infeliz, se você quer parar, sentindo que atingiu seu limite,
Comece de novo.
Se você está certo de que está acabado e quer desistir, se você chegou ao fundo do poço, se você tentou e tentou e não conseguiu subir,
Comece de novo.
Se os anos passam tão depressa e os sucessos são poucos, se chega dezembro e você se sente triste, Deus dá um novo janeiro à você.
Comece de novo.
Começar de novo significa:
Vitórias alcançadas
Começar de novo significa:
Uma corrida bem feita
Começar de novo significa:
DEUS sempre vencerá!
Silvia Schmidt
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/blog/blog.asp?id=6000
Acesso em: 12/12/2011 às 20h38

Lembro-me claramente da noite em que descobri os benefícios da reclamação. Eu tinha 13 anos e estava numa festa para adolescentes patrocinada pela igreja que eu freqüentava. O ano era 1973.
Bom, ser um garoto de 13 anos é, no mínimo, interessante. Pela primeira vez, as meninas deixam de ser “chatas”. Meninos de 13 anos sentem, ao mesmo tempo, uma atração magnética pelas garotas e um completo terror quando estão diante delas. Por mais aterrorizado que eu me sentisse, não conseguia pensar em outra coisa o dia inteiro – e elas ainda me assombravam em sonhos, durante a noite. Skates, miniaturas de navios, cinemas e histórias em quadrinhos desapareceram dos meus pensamentos, substituídos por garotas. Eu tinha sido enfeitiçado e desejava ardentemente estabelecer uma ligação com elas, mas não tinha a mínima idéia do que deveria fazer. Queria me aproximar das meninas, mas tinha medo.
A noite da festa foi quente e úmida. As meninas estavam todas vestidas com saias rodadas, penteados altos, sapatos bicolores e batom vermelho vivo. O figurino dos rapazes consistia basicamente de calças jeans justas dobradas na bainha, mocassins e o cabelo penteado para trás com brilhantina. A trilha sonora de Loucuras de verão, de George Lucas, tocava sem parar, enquanto as meninas davam risadinhas num canto e eu e os meninos nos mantínhamos na outra ponta do salão, sentados em cadeiras metálicas de armar, tentando desesperadamente adotar um ar blasé. Estávamos em pânico diante da idéia de puxar assunto com as garotas, embora todas as moléculas de nosso DNA implorassem por isso. Imaginávamos que, se mantivéssemos a pose, talvez elas atravessassem o salão e viessem conversar conosco. E, se isso não acontecesse, pelo menos elas pensariam que a gente não se importava.
Meu melhor amigo na época era Chip, um rapaz alto, estudioso e excelente atleta. Dessas três qualidades, a única que eu possuía era a altura. Ao contrário do esbelto Chip, eu era bastante rechonchudo. Quando saía para fazer compras com minha mãe, sempre ia parar no subsolo da loja de departamentos Belk, onde ficava a seção dos “robustos”. Aquele era o único lugar onde eu encontrava roupas que cabiam em mim.
As menina sempre ficavam de olho no Chip, e doía saber que ele era mais atraente para elas do que eu. Porém, o mais irritante era o fato de Chip ficar ali com a gente, em vez de ir falar com elas.
- Sou tímido demais – justificou-se Chip. – Não sei o que dizer.
- Você só precisa ir até lá e deixar que elas falem – retruquei. – Você não pode passar a noite inteira sentado aqui.
- Mas você está sentado aqui – observou Chip. – E você é o Senhor Tagarela. Vá lá e diga alguma coisa.
Os dependentes químicos costumam lembrar a primeira vez que experimentaram sua “droga favorita”, aquela que provavelmente acabará com suas vidas se não conseguirem se livrar do vício antes. Com a frase que falei em seguida, me preparei para embarcar no vício de reclamar, que perduraria por mais de 30 anos. Olhei para Chip e disse:
- Mesmo que eu fosse ali e conversasse com as meninas, nenhuma delas dançaria comigo. Sou gordo demais. Olhe para mim. Tenho 13 anos e já passei dos 100kg há muito tempo. Resfolego quando falo, suo quando caminho e provavelmente cairia no chão se tentasse dançar. Você está em grande forma. As garotas estão olhando para você. – Os outros meninos balançaram a cabeça, concordando. – Sou apenas o cara engraçado com quem elas gostam de falar sobre os meninos por quem estão interessadas. Sou gordo demais. Elas não querem saber de mim. Nunca vão querer.
Justamente nessa hora, outro bom amigo passou e me deu um tapinha nas costas.
- Olá, gordinho! – exclamou.
Normalmente, seu cumprimento não teria qualquer significado. Quase todo mundo me chamava de “gordinho”. Era um apelido. Estava acostumado com ele. Nunca o considerei um insulto. Aqueles eram meus amigos, e não importava se eu era gordo. Mas, depois daquele elaborado discurso sobre as dificuldades de ser obeso que servira de pretexto para eu não ter que encarar o desafio de ir falar com as meninas, o efeito em nosso pequeno círculo foi palpável. Um dos meus amigos saiu em minha defesa: “Ei, cale a boca!”. Outro disse: “Deixe ele em paz”. Um terceiro emendou: “Ele não tem culpa de ser gordo”. Todos me olharam com grande preocupação.
“Tire partido!”, falou uma vozinha dentro da minha cabeça. Suspirei e olhei para o outro lado de forma dramática. Quando reclamei do meu corpo e do possível impacto sobre minhas chances com as meninas, conquistei a atenção e a simpatia dos garotos, e ainda escapei da pressão de ter que ir falar com as garotas. Minha droga surtira efeito. Eu tinha encontrado o meu vício. Reclamar me “dava onda”. (Trecho do livro: Para de reclamar e concentre-se nas coisas boas. Autor: Will Bowen)

Existe uma velha anedota sobre dois operários de uma construção que sempre almoçam juntos.
Um deles abre a marmita e reclama: “Droga! Sanduíche de carne… Detesto sanduíche de carne”.
O amigo não diz nada.
No dia seguinte, os dois voltam a se encontrar na hora do almoço. Mais uma vez, o primeiro operário abre a marmita e se queixa: “Outro sanduíche de carne? Estou cansado de sanduíche de carne. Detesto sanduíche de carne”.
Como na primeira vez, o segundo operário permanece em silêncio.
No terceiro dia, os dois estão se preparando mais uma vez para almoçar quando o primeiro exclama: “Chega! Todo dia é a mesma coisa! Quero alguma coisa diferente!”. Tentando ajudar, o amigo pergunta: “Por que você não pede à sua mulher que prepare alguma coisa diferente?”. Com ar de confusão no rosto, o primeiro pergunta: “Do que você está falando? Sou eu mesmo que preparo o meu almoço”.
Cansado de sanduíches de carne? É você quem prepara o almoço todo santo dia.
Mude o que anda dizendo. Pare de reclamar.
Mude as palavras, mude os pensamentos e estará mudando sua vida.
Ao dizer “Procura e encontrarás”, Jesus estava formulando um princípio universal. O que você procurar, vai encontrar.
Quando reclama, você emprega o incrível poder da sua mente para procurar coisas que não quer e acaba atraindo-as.
Então passa a se queixar desses novos problemas e atrai mais do que não quer, ficando preso num círculo vicioso – uma profecia auto-realizável de reclamação: manifestação, reclamação, manifestação, reclamação, num ciclo que nunca tem fim.
(Trecho do Livro: Para de reclamar e concentre-se nas coisas boas. Autor: Will Bowen)